Casal do PCC é acusado de esquartejar mulher e jogar corpo no rio Madeira

Uma investigação da Polícia Civil resultou no cumprimento de prisão preventiva de um casal integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Eles de prenome Juliana e Antônio são acusados de assassinar, esquartejar e jogar o corpo de uma mulher, Keila de Oliveira Gadelha, que estava desaparecida desde o ano passado, dentro de uma mala nas águas do rio Madeira, na região do Cai n'Água, em Porto Velho.
O crime teria sido motivado por uma sangrenta disputa entre organizações criminosas rivais.
De acordo com fontes policiais, a vítima brutalmente assassinada seria mãe de um integrante da facção Comando Vermelho (CV).
A execução e o esquartejamento teriam sido decretados como uma forma de vingança.
O filho da mulher assassinada teria sido o autor de um ataque a tiros na região do Cai n'Água, ocasião em que uma criança e sua mãe foram baleadas e um apenado morto.
Em retaliação a esse atentado, o casal do PCC sequestrou a mãe do rival, cometendo o crime bárbaro.
A crueldade do casal foi registrada por eles mesmos. Durante a perícia nos aparelhos celulares dos suspeitos, os policiais encontraram vídeos chocantes que mostram o exato momento do esquartejamento da vítima e o instante em que a mala com os restos mortais é lançada nas águas do rio Madeira.
A mulher presa na ação policial possui uma extensa e perigosa ficha criminal na capital. Apontada como dona de um prostíbulo (cabaré) na própria região do Cai n'Água, ela já estava presa por outro homicídio na área, sendo a autora dos disparos que tiraram a vida de um homem conhecido pelo vulgo de "Xota".
Após o desfecho das investigações e a descoberta do crime de esquartejamento, o casal foi levado ao Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).